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Fisiatras são de «importância central» na reabilitação, mas também na prevenção

O bastonário da Ordem dos Médicos considera que o “impacto” que os médicos fisiatras portugueses têm a nível internacional se deve “ao seu valor e à elevada qualidade da formação”.

Miguel Guimarães falava na sessão de abertura do XXI Congresso da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação (SPMFR), evento híbrido (presencial e online) que se realizou em outubro. Na ocasião, aquele responsável reconheceu “a importância central que esta especialidade tem no âmbito da promoção da saúde, na prevenção e na reabilitação”.



O bastonário da OM deixou ainda uma palavra de agradecimento a todos os fisiatras “pelo trabalho fantástico que estão a realizar durante a pandemia” e “pela qualidade com que têm feito a sua formação”. Estes profissionais de saúde dão, assim, um forte contributo para “uma boa e rápida reabilitação” dos doentes.

Catarina Aguiar Branco, presidente da SPMFR, é da mesma opinião: “Em tempos de pandemia e de pós-pandemia, não podíamos deixar de reiterar a qualidade e a excelência da nossa intervenção nos serviços de Medicina Física e de Reabilitação”.



Também o presidente do Colégio de MFR da Ordem dos Médicos defendeu que “a especialidade respondeu bem à pandemia, que foi um desafio enorme e causou bastante dano na profissão”. Pedro Cantista avisou, contudo, que “agora há um novo desafio: os doentes que sofreram a infeção e ainda têm sintomas, como tosse persistente, cefaleias, fadiga muscular e dores articulares”.


Pedro Cantista

E alertou: “Perante esta situação de long covid, os serviços têm de estar preparados para dar resposta aos variados quadros, utilizando os recursos humanos, instalações e equipamento que temos e que se têm mostrado insuficientes”. Mesmo assim, está confiante: “É um desafio que também saberemos vencer.”



Catarina Aguiar Branco alertou, por isso, para a necessidade dos decisores “reconhecerem a mais-valia, o valor acrescentado e a eficiência da MFR como especialidade médica e uma área de saúde, além da importância das equipas de reabilitação”.

A presidente da SPMFR realçou, por isso, a necessidade de haver “interdisciplinaridade com outras especialidades médicas para que a prestação dos cuidados de saúde seja melhor e mais eficiente”. Até porque, destacou, “vivemos tempos de novos desafios em todas as áreas da sociedade” e a medicina não é exceção. “Reiteramos a necessidade da evolução de conhecimentos e competências, do acesso aos meios tecnológicos de diagnóstico terapêutico e às novas tecnologias digitais da saúde como algo essencial”, defendeu.


Elementos da Comissão Organizadora - Maria João Carvalho, Inês Campos, Catarina Aguiar Branco, Susana Santos, Renato Nunes, Francisco Tavares e Ana Rolo Duarte.

A presidente da SPMFR sublinhou que este Congresso teve um número recorde de trabalhos científicos apresentados -- mais de 250 --, antes de anunciar que a XXII edição já tem data marcada, decorrendo de 3 a 7 de julho de 2022, no Centro de Congressos de Lisboa. Pela primeira vez, as reuniões magnas da SPMFR, da Sociedade Internacional (ISPRM) e da Sociedade Europeia (ESPRM) vão decorrer em conjunto, num único evento.


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