Gastrenterologia em destaque na edição de setembro do Jornal Médico

As doenças do foro digestivo afetam 3 em cada 10 portugueses. Leopoldo Matos, presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), chama a atenção, na edição de setembro do Jornal Médico, para a importância do MF no diagnóstico, encaminhamento e esclarecimento destas patologias, sublinhando que o seu papel é crucial, sobretudo no rastreio do cancro do cólon e nas áreas da Virologia e das doenças do fígado.

“A SPG e os gastrenterologistas têm como objetivo procurar ser úteis a toda a população portuguesa que sofre de problemas do foro digestivo e que pode ter algum benefício quer com os meios de diagnóstico que executam, quer com as terapêuticas que podem prescrever”, refere, salientando que “a MGF é o maior auxiliar que a Gastrenterologia pode ter em benefício de quem sofre”.

As declarações de Leopoldo Matos ao Jornal Médico, cuja edição de setembro estará disponível dentro de dias, fazem parte de um Dossier sobre a Gastrenterologia. Com mais de uma dúzia de páginas dedicadas a este tema, são muitos os especialistas entrevistados e vários os tópicos abordados. É o caso, nomeadamente, da colonoscopia em regime convencionado com SNS, os 40 anos de hepatite C, a obstipação pediátrica e as consultas em cuidados de saúde primários (CSP), a enteroscopia na patologia do intestino delgado, os novos métodos endoscópicos no diagnóstico de lesões neoplásicas do pâncreas, a doença celíaca no adulto, a adequada preparação do cólon para a colonoscopia, os avanços na terapêutica da doença inflamatória do intestino, as novidades no tratamento do refluxo gastresofágico, a esteatose na ecografia, a eficácia a longo prazo da mucosectomia gástrica, o papel do médico de família no rastreio do cancro do cólon e nas áreas da Virologia e das doenças do fígado.

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