Internos de ORL debatem «Oncologia da Cabeça e Pescoço»

 “Oncologia da Cabeça e Pescoço” foi o tema escolhido para a edição de 2014 da Reunião de Internos de ORL, que se realizou este sábado, em Monte Real. Segundo Tiago Órfão, da Comissão de Internos da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (SPORL), esta temática representa uma área de enorme importância na formação dos internos.

Com cerca de 60 inscritos, a Reunião, teve, segundo Tiago Órfão, como finalidade proporcionar um momento de formação e atualização científica para os participantes e, simultaneamente, representar um espaço de aprendizagem e de troca de experiências por parte dos internos provenientes dos diferentes hospitais do país.

“Apesar de, atualmente, o desenvolvimento tecnológico ter feito desaparecer as distâncias entre os centros de tratamento e os seus profissionais, por vezes, ainda existe algum desconhecimento em relação ao trabalho desenvolvido nas diferentes instituições de saúde do país. As reuniões científicas continuam a ser momentos muito interessantes de partilha de experiências sobre as mais diversas áreas”, observa.

Para Carlos Ribeiro, presidente da SPORL, a Reunião de Internos de ORL constitui um momento de grande relevo na formação dos novos especialistas, uma vez que permite a troca de conhecimentos e experiências.

“Estes eventos são fundamentais para que os jovens formandos se conheçam melhor entre si, permitindo-lhes, também, experimentar um maior contacto entre gerações de médicos otorrinolaringologistas”, acrescenta.

Aos internos, Carlos Ribeiro sugere que, sobretudo no atual momento, trabalhem com entusiasmo, de forma a aprenderem o máximo e aproveitando todas as portas ou janelas que se abram.

“Não tenham receio de expor as dúvidas, ideias ou conceitos. Façam todas as sugestões que entendam convenientes para melhorar a sua formação, junto dos seus diretores de Serviço, da SPORL e do Colégio da Especialidade. Neste momento há uma crise instalada, que vamos ultrapassar: para os bons profissionais existirá sempre lugar. É preciso despertar em cada um as suas capacidades”, conclui.

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