«O fim do tratamento do cancro nem sempre é o fim da doença», alerta a oncologista Gabriela Sousa
A redução da taxa de mortalidade do cancro, em grande medida fruto dos rastreios e da melhoria dos métodos de diagnóstico e de tratamento, está a engrossar a fatia de população sobrevivente. “É preciso cuidar destas pessoas”, defendeu Gabriela Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), numa palestra sobre o tema “Sobreviventes: a dimensão do problema”, dirigida aos médicos de família.
“A pessoa que teve um cancro nunca mais fica como antes, por muito que h...
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