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Reformular currículos e promover a qualidade clínica são objetivos do cirurgião vascular Fernandes e Fernandes

A implementação de Programas de Desenvolvimento Profissional Continuado segundo normas europeias é um dos principais objetivos de Fernandes e Fernandes, reeleito presidente do Colégio da Especialidade de Angiologia e Cirurgia Vascular da Ordem dos Médicos. O responsável diz que “a crise financeira global e de mudança de estruturação dos serviços de saúde que se prefigura vai exigir a defesa da especialidade e da qualidade dos serviços”.

Uma das prioridades para o mandato de 2015-2018 de Fernandes e Fernandes à frente do Colégio da Especialidade de Angiologia e Cirurgia Vascular da OM é a implementação de Programas de Desenvolvimento Profissional Continuado de acordo com as normas europeias. Desta forma, é possível promover “a garantia da formação continuada dos especialistas em instituições públicas e/ou privadas”.

O responsável lembra ainda que “a crise financeira global e de mudança de estruturação dos serviços de saúde que se prefigura vai exigir a defesa da especialidade e da qualidade dos serviços”.

A promoção da qualidade do exercício profissional e a minimização do erro clínico são outras das preocupações que devem passar pela “Clinical Governance das instituições hospitalares e ambulatórias com atividade em Angiologia e Cirurgia Vascular”. Nesse sentido, Fernandes e Fernandes realça a importância da “reformulação indispensável dos currículos formativos, particularmente nas especialidades cirúrgicas, assim como na equiparação curricular de colegas com formação no estrangeiro”.

Além da cooperação com sociedades científicas nacionais de Angiologia e Cirurgia Vascular e afins, o especialista pretende ainda “estreitar a cooperação com as sociedades científicas europeias, nomeadamente a European Society for Vascular Surgery (ESVS), a European Society of Cardiology (ESC), o European Venous Forum (EVF) e a International Union of Angiology (IUA), com a European Union of Medical Specialities (UEMS) e a sua Division of Vascular Surgery”.

O responsável salienta que o reforço desta interligação deve acontecer, sobretudo, em matérias relacionadas com a organização da formação e com a prestação de serviços clínicos.

Fernandes e Fernandes frisa que a especialidade deve manter o prestígio de sempre, ao relembrar que “a cirurgia vascular reconstrutiva e a angiografia, arterial e venosa, foi uma descoberta portuguesa, porventura a contribuição científica de Portugal para a Medicina Clínica”.


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