My Servier

Estudo revela que processo de desinstitucionalização de doentes mentais graves decorre de forma desigual

A desinstitucionalização de doentes mentais é positiva, mas “o processo atual regista várias discrepâncias e algumas pessoas ficaram numa situação pior”. É desta forma que Filipa Palha, psicóloga e fundadora da associação “Encontrar-se”, descreve a realidade do processo de integração na comunidade de pessoas com doença mental. A especialista baseia-se nos resultados da primeira fase de um estudo sobre “Trajetórias pelos Cuidados de Saúde Mental".
...


Esta Notícia é de acesso exclusivo a membros do website. Se já é membro, faça Login aqui.

Próximos eventos

Ver Agenda