10 anos a apoiar a investigação cardiovascular no Departamento de Coração e Vasos do CHULN

A equipa do Gabinete de Apoio à Investigação Cardiovascular reuniu-se, na última semana, para celebrar a primeira década de vida. Este Gabinete, que corresponde a um departamento da Associação para Investigação e Desenvolvimento da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, presta apoio ao Departamento de Coração e Vasos do CHU Lisboa Norte.


Cecília Gomes, Dulce Brito, Fausto Pinto e Inês Zimbarra Cabrita

Fausto Pinto, scientific director do GAIC, foi um dos anfitriões desta celebração, que juntou 12 membros da equipa numa forma presencial, e dois à distância, por inerência da covid-19, para soprarem as velas de 10 anos de trabalho de uma estrutura que procura fomentar o desenvolvimento de atividades de investigação clínica.

O também diretor do Departamento de Coração e Vasos do CHU Lisboa Norte mostrou-se “orgulhoso deste projeto há muito sonhado e que é já ‘um rapaz crescido’”. Agradecendo o empenho de toda a equipa, “sem a qual não era possível ter-se atingido o patamar onde nos encontramos hoje”, fez questão de reconhecer o mérito de Inês Zimbarra Cabrita, GAIC chief operations officer, que “abraçou o projeto desde início”.


Fausto Pinto

“O GAIC representa uma extensão de todos os que aqui trabalham, e só posso desejar que continuemos a torná-lo cada vez mais forte, o que significa fazer o melhor pelos nossos doentes, alunos e profissionais”, realça.

“Um gabinete único e inovador”

Inês Zimbarra Cabrita recorda-se bem de, em fevereiro de 2012, ter-se criado este gabinete “único e inovador”. Dirigindo uma palavra de agradecimento a toda a equipa, particularmente a Dulce Brito, investigadora principal do GAIC e coordenadora do Internamento do Serviço de Cardiologia do CHULN (HSM), e a Cecília Gomes, GAIC chief coordinator ao longo dos últimos três anos, destacou que “os desafios e a carga de trabalho são grandes, mas a motivação é igualmente muita, para se fazer tudo com a maior qualidade”.


Inês Zimbarra Cabrita

“É tudo diferente desde que o GAIC se tornou um parceiro”

Dulce Brito diz contar já com 22 anos de dedicação à investigação internacional, e se admite ter passado por várias fases ao longo desse percurso, nota que “é tudo diferente desde que o GAIC se tornou um parceiro efetivo”. Na sua ótica, as principais diferenças passam pela “maior facilidade com que fazemos as coisas, pelo alívio da carga de trabalho e pela deteção e resolução de problemas que pensávamos, inclusivamente, não existirem”.


Dulce Brito

Soma-se o “extremo bom convívio, o ensinamento e o profissionalismo que conferiram à nossa própria aprendizagem”.

Além da atividade central de coordenação de estudos, nomeadamente ensaios clínicos e estudos observacionais, é ambição do GAIC a sua integração futura na estrutura da CRO CETERA, com particular destaque na colaboração em ações de formação externa, incluindo o Mestrado de Investigação Clínica da FMUL.

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