Médicos internistas de países de Língua Portuguesa assinam acordo de cooperação

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) celebrou um acordo de cooperação com internistas dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O pacto foi assinado este domingo, último dia do 23.º Congresso Nacional de Medicina Interna, que decorreu no Porto.

Oportunidade para "criar sinergias"

Segundo o presidente da SPMI, Luís Campos, “esta é a primeira tentativa de formalizar uma relação entre os internistas destes vários países no sentido de fortalecer os laços, apoiar a disseminação e engrandecimento da Medicina Interna no universo dos países de Língua Portuguesa e contribuir para mais e melhor formação e investigação nos nossos países na área da Medicina Interna”.

É também “uma forma de intensificar a partilha de notícias e o conhecimento mútuo da realidade e da evolução da especialidade em cada um dos países, criar sinergias e ganhar força ante os decisores dos nossos países em posições de defesa da Medicina Interna e criar pontes entres os países lusófonos e a Federação Europeia de Medicina Interna (EFIM)”.



O acordo foi assinado no âmbito de uma mesa-redonda intitulada “A Medicina Interna nos países da lusofonia e formas de cooperação”. Além de Luís Campos, em representação da SPMI, subscreveram o documento internistas do Brasil (Maria do Patrocínio Nunes, Henrique Grunspun e Guilherme Barcellos), de Angola (Fernanda Dias), de Moçambique (Sam Patel) e de Cabo Verde (José Sousa Santos).

Todos os internistas envolvidos passam a ser sócios correspondentes da SPMI, um título agora “ressuscitado”, o que lhes permitirá ter acesso "a todas as iniciativas da Sociedade".


Guilherme Barcellos, José Sousa Santos, Fernanda Dias, Luís Campos, Maria do Patrocínio Nunes, Sam Patel e Henrique Grunspun.




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