Centro Hospitalar do Algarve lança revista digital "Saúde Positiva"

O Gabinete de Comunicação do Centro Hospital do Algarve (CHAlgarve) acaba de lançar a primeira edição da revista digital "Saúde Positiva". De acordo com o presidente do Conselho de Administração, Pedro Nunes, o objetivo é "reforçar o processo comunicacional entre a instituição de saúde e a população algarvia, proporcionando-lhe um maior conhecimento sobre o que de melhor se faz nas unidades de saúde que integram o CHAlgarve".

Acrescenta ainda Pedro Nunes que este novo projeto editorial pretende também "apresentar os principais serviços e os projetos que marcam a diferença em termos técnico-científicos, divulgar as últimas novidades da instituição e apresentar, de uma forma intimista, o ´outro lado` daqueles que fazem da saúde o seu modo de vida – os profissionais".

Nesta primeira edição é explicada a importância e amplitude do Grupo de Apoio à Família (GAF), um projeto criado há um ano e meio no Hospital de Lagos, por uma equipa multidisciplinar, e que pretende “ensinar novos conhecimentos e dotar de competências todas as pessoas potenciais cuidadoras informais de pessoas dependentes”. A intervenção do GAF resulta da interação entre as áreas de enfermagem, fisioterapia, nutrição e serviço social que, "em conjunto, promovem o conhecimento das técnicas e estratégias mais acertadas para cuidar de pessoas".

Outro dos temas abordados na edição de junho de "Saúde Positiva" diz respeito ao novo método não invasivo para o tratamento da otite serosa em crianças, desenvolvido por Armin Bidarian Moniri, otorrinolaringologista do CHAlgarve. O seu projeto valeu-lhe o reconhecimento do seu país natal, pelas mãos da Rainha Sílvia da Suécia, tendo sido premiado por se tratar de um projeto inovador ligado à melhoria da qualidade de vida de crianças com deficiências.

Merece ainda destaque o artigo onde é salientado que, desde o passado mês de abril, o "Algarve conta com Via Verde da Sépsis", sendo considerado que passa a reunir "todas as condições para proporcionar uma intervenção precoce e adequada, tanto em termos de antibioterapia como de suporte hemodinâmico, o que pode melhorar significativamente o prognóstico dos doentes com sépsis grave ou choque séptico".

A "Saúde Positiva" nº1 pode ser acedida aqui.

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