Descentralização do Internato e mais vagas para subespecialidades de Ginecologia e Obstetrícia

A descentralização do Internato, mantendo uma formação de qualidade, é um dos principais objetivos de João Silva Carvalho. Reeleito presidente do Colégio da Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos, afirma que vai “dar continuidade ao anterior mandato, que não pode deixar de ter em conta a atual política de redução de custos no Serviço Nacional de Saúde”.

Uma das medidas a explorar no mandato de 2015-2018 tem que ver com a descentralização do Internato, mantendo uma formação de qualidade. “O Colégio promove a abertura de vagas em várias regiões do país, também no intuito destes profissionais poderem permanecer nesses serviços.”

Subsequente a esta medida está a abertura de mais vagas nas subespecialidades Materno Fetal, Ginecologia Oncológica e Medicina da Reprodução. “É muito importante que haja mais vagas para se ter uma boa diferenciação nos cuidados prestados na especialidade”, afirma João Silva Carvalho.

“Vamos também continuar com ações concretas junto das entidades governamentais para preservar o SNS, que tem sido alvo de reduções de custos”, refere. Uma situação que, no seu entender, poderá vir “a pôr em causa os bons resultados que atingimos nas últimas décadas na diminuição da mortalidade maternoinfantil”.

João Silva Carvalho diz que “todo o trabalho que permitiu colocar Portugal como um dos países do mundo com menor taxa de mortalidade maternoinfantil não pode ser esquecido, mesmo que se esteja num momento de crise”.

O especialista aponta ainda outro objetivo para este mandato: a compilação dos vários pareceres médico-legais. ”Tem-se assistido a alguns conflitos que levam a algumas ações judiciais e é fundamental esclarecer estes pareceres”, conclui.

Imprimir


Próximos eventos

Ver Agenda