Investigação em doenças respiratórias: USF Santa Joana duplamente premiada

O Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), coordenado por Rui Costa, anunciou, na sessão de encerramento das suas 4as Jornadas, os vencedores do prémio da melhor comunicação livre e do prémio de investigação realizada no âmbito dos cuidados de saúde primários (CSP) centrada nas doenças respiratórias. As distinções foram atribuídas pela primeira vez: Prémio APMGF/GRESP/TEVA e Prémio GRESP/APMGF/AstraZeneca.



O trabalho "Uso Combinado de Questionário e Espirómetro Portátil no Rastreio da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) ", da autoria de Sofia Madaleno, Ana Patrícia Pereira, Ana Paula Galante, Eliana Bonifácio, Joana Baptista e Tatiana Clemêncio, da USF Santa Joana, em Aveiro, foi o grande vencedor, tendo sido distinguido com os dois mencionados prémios.


Prémio GRESP/APMGF/AstraZeneca.


Prémio APMGF/GRESP/TEVA.

O prémio APMGF/GRESP/TEVA distingue a melhor comunicação livre apresentada nas 4as Jornadas GRESP, realizada no âmbito dos CSP na área respiratória e, por sua vez, o Prémio GRESP/APMGF/AstraZeneca tem como objetivo premiar o melhor trabalho de investigação na área da DPOC, no âmbito dos CSP.

Menções honrosas


"Défice de Alfa-1 Antitripsina - A Propósito de um Caso Clínico".

Foram premiados também com duas menções honrosas as comunicações livres "Défice de Alfa-1 Antitripsina - A Propósito de um Caso Clínico", de Catarina Matos Morais (USF Marco) e Francisco Cadarso Vazquez (Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa) e "Eficácia das Diferentes Metodologias de Ensino da Técnica Inalatória na DPOC", de Sara Laureano, Bernardo Pereira, Filipa Meneses e Melina Lopes (USF Ruães e USF MaxiSaúde), que não estiveram presentes na entrega da menção honrosa.



Em declarações à Just News a propósito da criação destes prémios, o coordenador do GRESP, Rui Costa, afirmou que a investigação em doenças respiratórias em Portugal nos CSP ainda é muito escassa, “daí a necessidade de se alertar e sensibilizar os profissionais de saúde para a sua importância”.





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