Ligação entre MGF e Cardiologia de Intervenção «pode evitar muitos insucessos terapêuticos»

Viseu será o palco da 5.ª Reunião Anual da Associação Portuguesa de Cardiologia de Intervenção (APIC), associação especializada da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, que decorre entre os dias 21 e 23 de novembro e na qual é esperada a presença de cerca de 250 participantes.

Em entrevista ao Jornal Médico, o presidente da Comissão Científica do evento e secretário-geral da APIC, Marco Costa, destaca os pontos altos desta reunião e aproveita para sublinhar a importância da ligação entre a MGF e a Cardiologia de Intervenção.

Na sua opinião, “a MGF é um elo fundamental, que permite ao especialista hospitalar uma ligação mais eficaz ao seu doente, bem como o cumprimento de uma estratégia terapêutica a mais longo prazo”, salientando que, na Cardiologia de Intervenção, isto “é crucial e pode evitar muitas complicações e insucessos terapêuticos”.

O secretário-geral da APIC frisa que a Cardiologia de Intervenção deixou de ser uma especialidade fechada na sala de hemodinâmica, apenas preocupada com as angioplastias coronárias. “Cerca de 10% de toda a atividade já não é coronária e não são apenas os cardiologistas clínicos que referenciam doentes, mas também outras especialidades, como a Medicina Interna, a Neurologia, a Cirurgia Cardíaca, a Cirurgia Vascular e, claro está, a MGF”, indica.

Na entrevista, que poderá ser lida na edição de novembro do Jornal Médico, o secretário-geral da Associação adianta algumas novidades sobre a 5ª Reunião Anual da APIC e refere que, além da “nova hipocoagulação no enfarte do miocárdio” e dos “novos antiagregantes na sala de hemodinâmica”, merecerão especial ênfase nesta reunião algumas das técnicas mais vanguardistas no que diz respeito às oclusões totais, bifurcações e na área da intervenção estrutura.



A entrevista completa com Marco Costa poderá ser lida na edição de novembro do Jornal Médico.

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