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Compreender «mais facilmente» as dificuldades dos diabéticos para lhes dar um melhor apoio

“Personificar a pessoa com diabetes foi uma forma de levar os médicos de Medicina Interna a entenderem melhor o doente.” As palavras são de Anabela Barros, coordenadora do curso “Tratamento da diabetes tipo 2 no Ambulatório”, que decorreu no Centro de Formação em Medicina Interna (FORMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI). A iniciativa foi organizada pelo Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus (NEDM) da SPMI.



Anabela Barros realçou o aspeto inovador do curso, que se destinou a médicos de Medicina Interna. “Além da atualização de conhecimentos, pretendemos que os formandos se sentissem na pele do doente, picando o dedo e não só.” Na prática, “foi uma forma destes profissionais perceberem, mais facilmente, as dificuldades dos seus doentes e como podem ajudá-los”.



O curso teve sala cheia, com 24 participantes – o número total de vagas – e baseou-se bastante no role playing. “Foi uma surpresa ver que todos aderiram muito bem, além da avaliação final de cada médico ter sido muito boa.” Contou ainda com a participação de uma equipa multidisciplinar de formadores, incluindo da área da Educação Física.



Segundo Anabela Barros, “é muito importante ouvir o que colegas de outras áreas têm para dizer sobre a diabetes e de que forma podem trabalhar com os médicos para ajudar as pessoas com diabetes a aderirem à terapêutica e a adotarem estilos de vida saudáveis, que evitam ou adiam determinadas comorbilidades”.

Este tipo de cursos vai continuar a ter lugar no futuro. Por ocasião do XXII Congresso Nacional de Medicina Interna, por exemplo, que terá lugar entre 27 e 29 de maio, em Viana do Castelo, realizar-se-á um curso pré-congresso sobre o tratamento da diabetes mellitus no hospital.









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