MSD comemora 125 anos e anuncia, para breve, «inovações importantes no tratamento da hepatite C e do cancro»

A propósito do 125 anos comemorados pela MSD, Vítor Virgínia, diretor-geral da MSD Portugal, afirma que "a inovação faz parte do código genético da MSD e de tudo aquilo que fazemos".

O responsável salienta que, "desde a investigação, passando pelo nosso funcionamento interno, até às grandes decisões estratégicas corporativas, o foco da MSD é estar na linha da frente em inovação no setor em que opera. Queremos ser melhores todos os dias. Hoje em dia, estamos a sedimentar a nossa posição como inovadores na área do tratamento do cancro, a imuno-oncologia, surge como um tratamento inovador que utiliza o próprio sistema imunitário do doente contra as células cancerígenas. Estamos perante uma mudança de paradigma no tratamento do cancro".



Para Vítor Virgínia, “em Portugal os desafios específicos do SNS conduzem-nos a um papel de parceiros em prol da sustentabilidade do sistema" e sublinha: "Consideramos crítico que o real valor que os medicamentos da MSD oferecem à saúde dos portugueses e ao Serviço Nacional de Saúde sejam comunicados e compreendidos".

O responsável explica ainda porque estamos num momento "muito importante" para a MSD: "Para além do nosso vasto portfolio de medicamentos já existente, esperamos disponibilizar em breve inovações importantes no tratamento da Hepatite C e do Cancro, que já foram consideradas avanços significativos por diversas entidades internacionais".

A aposta da MSD para o futuro em Portugal é “continuar a crescer e a garantir que nos adaptamos aos fatores específicos que afetam a prestação de cuidados de saúde. Queremos continuar como parceiros dos portugueses e de todos os interlocutores no setor da saúde”, garante Vítor Virgínia.  


Promover a investigação de translação

Ainda sobre o 125º aniversário da MSD, a empresa partilha as perspetivas de dois especialistas envolvidos em importantes projetos nacionais. Para Jorge Soares, diretor do Programa Gulbenkian Inovar em saúde, "vivemos hoje mais e vivemos melhor e essa evolução deve-se em grande parte à investigação translacional que vem sendo desenvolvida na produção de novos medicamentos". Na sua opinião, considera que a MSD se tem "posicionado na vanguarda desses esforços e do investimento para produzir conhecimento aplicável ao combate de muitas patologias, atenuando a sua morbilidade e aumentando a nossa longevidade".

Sobrinho Simões, diretor do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) dá igualmente o seu testemunho e aponta uma maior articulação com as instituições portuguesas como o caminho a seguir:

"A indústria farmacêutica é um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento das ciências da saúde entre nós como em todo o mundo. A sua importância é tanto mais determinante quanto maior for a articulação da indústria com instituições e/ou grupos de investigação vocacionados sobretudo para a investigação de translação. Seria excelente que a MSD e outras multinacionais farmacêuticas se articulassem com as instituições portuguesas com essas características".

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