Operação STOP da GNR alerta os condutores com diabetes a medir a glicemia antes de conduzir

José Figueiras, Mónica e Rubim associam-se a uma operação STOP promovida pela Roche, em conjunto com Associação de Jovens Diabéticos de Portugal, GNR, Prevenção Rodoviária Portuguesa e ACP, com o objetivo de alertar os condutores com diabetes a medir a glicemia antes de conduzir. A campanha, que visa assinalar o Dia Mundial da Diabetes, vai realizar-se no dia 14 de novembro, às 11h, junto ao rotunda do Ramalhão, em Sintra.
                                                                                                                                           
No local, serão distribuídos kits de informação sobre que medidas que deverão ser tomadas na presença de sintomas de hipoglicemia e realizados rastreios de glicemia aos condutores que desejarem avaliar esses valores. A campanha vai estender-se a outras localidades do país, no dia 18 de novembro, com carros patrulha da GNR distribuídos de norte a sul de Portugal, nomeadamente Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém e Faro.

Em Portugal, estima-se que haja mais de meio milhão de pessoas com diabetes diagnosticada e muitas dependem da condução a nível profissional e pessoal. Estes indivíduos têm um risco ligeiramente aumentado para sofrer acidentes de viação quando não controlam os níveis de glicemia. De acordo com estudos europeus, 32% da população com diabetes já experienciou um episódio de hipoglicemia enquanto conduzia e 38% não tem um medidor de glicemia no carro, sendo que 16% dos acidentes causados por estes doentes estão relacionados com hipoglicemia.

“O estilo de vida acelerado e por vezes imprevisível que a maior parte das pessoas tem pode reduzir os níveis de glicemia e desencadear um conjunto de sintomas potencialmente perigosos para quem está a conduzir. Neste sentido, programas educacionais como a campanha que estamos a implementar têm um efeito positivo na sensibilização das pessoas com diabetes e na prevenção de acidentes rodoviários” afirma Carlos Neves, presidente da Associação de Jovens Diabéticos de Portugal.

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