SPORL promove troca de experiências entre otorrinos de países distantes

A 62.ª edição do Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial (SPORL-CF), que se realiza de 7 a 10 de maio, no Porto, vai ser luso-brasileira e luso-galega. Para Carlos Ribeiro, presidente desta sociedade científica, a troca de experiências e a partilha das dificuldades sentidas em pontos tão distantes permite muitas vezes encontrar novas soluções.

“Sentirmos que além-fronteiras há problemas semelhantes e que diariamente há colegas que os procuram resolver é motivador para continuarmos a lutar em conjunto por uma ORL cada vez mais eficiente e por respostas terapêuticas cada vez melhores”, afirma em declarações à Just News.

No seu entender, este congresso vai constituir “um ponto de encontro da família ORL portuguesa” e beneficiará da presença de muitos colegas do Brasil e de Espanha, nomeadamente da região da Galiza.

“Será abrangente nos temas a tratar, incluindo as áreas médicas e cirúrgicas da especialidade, sem esquecer a investigação e a inovação tecnológica”, refere.

E continua: “Pretende-se que seja uma reunião fortemente motivadora, que proporcione momentos de excelente troca de conhecimentos e que constitua também uma oportunidade para nos conhecermos melhor enquanto membros de uma sociedade científica que têm em comum um grande objetivo: tratar cada vez melhor os nossos doentes.”

Carlos Ribeiro afirma estar convicto de que a população portuguesa dispõe de uma classe médica bem preparada, em constante atualização. “Só médicos competentes e atualizados podem disponibilizar os melhores tratamentos aos seus doentes.”

A organização aguarda a presença de cerca de 700 congressistas, que serão recebidos com a tão “tradicional hospitalidade” da gente do Porto. “O rio Douro será vizinho e amigo e durante quatro intensos dias vai dizer-nos baixinho que d"ouro é o conhecimento, quando aplicado no alívio da dor e do sofrimento, quando é investido a melhorar a qualidade de vida do nosso semelhante”, conclui.

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