Jornal da 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia

Fátima Faustino, presidente da SPG, diz que a regra prática a seguir pelos ginecologistas é simples: “A IA deve ser apoio, nunca substituto do raciocínio clínico”. Aponta pelo menos dois riscos associados à sua utilização: a possível “dependência excessiva” da mesma e a eventual “erosão da relação médico-doente”. Mas conclui: “A tecnologia encarrega-se dos dados, permitindo-nos mais conhecimento para resolvermos a situação clínica, mas também maior disponibilidade para nos centrarmos na paciente.”


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