Jornal do 32.º Congresso Nacional de Medicina Interna

"Corremos o risco real de exaurir a Medicina Interna." Foi assim que Luís Duarte Costa terminou a sua intervenção na cerimónia de abertura do 32.º CNMI, afirmando “não se poder continuar a adiar o que é inevitável”. O presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna referia-se à reforma hospitalar, cuja concretização “não é uma escolha política, é um imperativo de sobrevivência”, frisou.

“Sem uma reorganização profunda e urgente, corremos o risco real de exaurir a Medicina Interna, sem a qual o hospital tal como o conhecemos deixa de existir”, garantiu Luís Duarte Costa. A necessidade de concretizar essa reforma é, aliás, partilhada por Manuel Teixeira Veríssimo, que já presidiu à SPMI e que ontem participou na cerimónia na sua qualidade de presidente da Secção Regional do Centro da OM, em representação do bastonário da Ordem dos Médicos.

Contando com a presença de George Dalekos, presidente da Federação Europeia de Medicina Interna, a sessão solene serviu também para Nuno Bernardino Vieira, presidente do Congresso, dar as boas-vindas aos participantes.

Também Luís Encarnação, o autarca que preside à CM de Lagoa, se congratulou com a presença de tantos internistas na sua cidade, enquanto a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo, enviou uma mensagem em vídeo.


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